‘Contos de Natal’
Conto de Natal ao Governo
Hoje José Sócrates o Primeiro-Ministro de Portugal vai falar ao país às 21:00, é a habitual mensagem de Natal do primeiro ministro.
Assim sendo deixo aqui um conto de natal!
Era uma vez um senhor chamado José Sócrates. Ele era político, e sendo político, estava viciado no poder. Era tão viciado que não percebia o mal que fazia ao país.
Numa noite, chegou a casa cansado de mais um dia de “trabalho”, e começou imediatamente a dormir.
Depois começou a sonhar, que estava na casa de banho do parlamento a satisfazer as necessidades. A seguir alguém que lhe era muito familiar entra no lavabos, e começa a falar com ele:
-Sócrates, estou muito desiludido contigo.
-Hey, espera ai, tu não és o Ferro Rodrigues?
-Não, eu agora sou um fantasma do passado, e vou mostrar-te os males que cometeste no teu percurso, afirmou.
Nisto, ele abre a porta da casa de banho, mas cá fora não estava o parlamento.
-Conheces este lugar?
-Não me é estranho… xiiiiiiiii, é a Universidade Independente, já la vão uns anos. Realmente tem outro aspecto quando está vazio. Desde que a encerraram perdeu vida, desabafa Sócrates.
-Esqueces-te que estamos no passado. Está vazia porque é domingo. Foi neste dia em que cometes-te o maior erro da tua vida, disse o fantasma entristecido.
Nisto ele abre a porta do gabinete do reitor.
-Conheces este rapaz que ali está?
-Sim, aquele sou eu mais novo. Foi neste dia em que…pois…tirei o curso, digamos assim…-( disse envergonhado)
-Pois foi José, cometes-te um grande erro. Podias ter sido uma pessoa honesta e trabalhadora, merecedora de respeito, mas preferiste ser manhoso. Estavas cego! Querias ganhar um prestigio sem base nenhuma, e como não podias ser engenheiro, foste para a política…
Entretanto, o Sócrates mais novo e o reitor começam a falar:
-Bom dia Sôr reitor, como sabe, você precisa de dinheiro, e eu preciso de me livrar disto, porque estou farto de estar aqui, e assim propunha, aproveitando o facto de a escola estar vazia, para coçarmos as costas um ao outro.
-Queres dizer o quê com isso? – Pergunta o reitor
-Quero dizer que lhe dou um tanto, você passa-me o diploma e ficamos ambos aviados -Esclarece.
Entretanto o Sócrates mais velho interrompe:
-Espera, NÃO FAÇAS ISSO! -Berrou
-Não vale a pena rapaz, o que tu estás a ver não passa de um filme, que não pode ser alterado. Vamos ver agora o teu percurso político – sugere.
Nisto, o “filme” mudou várias vezes. Assim, o fantasma mostrou-lhe imagens do dia em que ele fez com que o euro 2004 fosse em Portugal, do dia em que lhe foi atribuído o cargo e secretário geral do PS, após a saída de Ferro Rodrigues, dos dias de campanha eleitoral e do dia em que ganhou as eleições.
- Isto foi tudo para te mostrar o quanto as pessoas acreditavam em ti. Eras a esperança. No entanto destroçaste os coração de nós todos. Pensei que após me sucessores, muita coisa iria mudar, mas infelizmente foi para pior. Agora, o meu trabalho aqui está feito…
Plim! Desaparece o fantasma do passado, e agora o Sócrates encontrava-se na Direcção Regional de Educação do Centro.
-Sócrates!!! Tu! O culpado dos males da pátria, da perseguição aos professores!
-Hey! Espera aí! Você não é o professor Charrua? – Pergunta Sócrates
-Não! Tu tornaste-me num fantasma do presente
-À, ok… Você deve estar com certeza a gozar comigo…- Suspira
-Vê com os teus próprios olhos! – Ordena o fantasma. Nisto, ele abre uma porta e reparam numa mulher doida a falar sozinha:
-Hhihihihiihi, o patrão vai gostar disto, hihihi.
Aquele palerma do Charrua está tramado. Pode ser que aprenda a não brincar com o fogo. Vou denunciar todas as piadas que ele disse do Sócrates, e vou suspende-lo do seu cargo.
-Era isto que imaginavas do país? Opressão? – Pergunta o fantasma.
-Mas se tu… quer dizer, o professor Charrua gozou comigo, eu ao menos devia saber. Não gosto que me falem pelas costas.- Afirmou.
-Ainda não te chegou? Vê só estas noticias-sugeriu. – Repara bem nisto. Olha para este professor de filosofia com cancro. Obrigaste-o a trabalhar até à morte. Olha também esta professora. Já viste? Não te chega?
-Olha, a sério, estou farto disto. – Diz Sócrates, enervado.
-Farto disto estou eu, xau, tenho mais que fazer. Se não queres aprender problema o teu.
-Vai dar uma curva…
Toinnnnnnnnnnnnnn…toinnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn… (toca a marcha funerária)
-Undertaker?
-Mais ou menos. Sou o fantasma do teu futuro.
-O quê? Vamos ser companheiros de tag team, que fixe!
-Não, mas vais ser o empregado de limpezas do balneário da WWE, vê só quem é aquele.
-Aquele sou eu mais velho a limpar o chão. Como desci tão baixo?
-Digamos que foste expulso do país à pedrada. Vê só aqui nesta TV o vídeo de tu a seres expulso do país com pedras e tomates. Foste mandado para os EUA. Um dia vi-te a pedir na rua, e eu dei-te emprego na WWE.
-Muito gentil, mas isto não passa de um sonho.
-Antes pelo contrário, é mais que um sonho. É uma oportunidade que te estou a dar para não chegares a este ponto. – Confessa o fantasma do futuro.
-Isto é tudo um sonho estúpido. Como num sonho faço o que me apetece, vou-te bater e dar-te uma carga de porrada.
Armado em mau, Sócrates farta-se de bater no fantasma, mas nada lhe faz efeito.
-Não aprendes mesmo…
Usando toda a sua força, o fantasma pega no Sócrates, vira-o ao contrário dá-lhe um Tombstone Pilledriver.
Logo a seguir, Sócrates acorda muito assustado e diz para si mesmo:
-Tenho de evitar que isto aconteça. Este povo tem que endireitar, pois todos se irão curvar dentro de mim.
Lição: há pessoas que não aprendem mesmo




Fantasma do Natal
“A Christmas Carol” é uma animação da Disney, que surge em filme numa adaptação do conto de Charles Dickens.
Este filme conta a história do velho e rabugento, Scrooge, que durante a noite de Natal recebe em sua casa a visita de três fantasmas, do Natal Passado, do Natal Presente e do Natal Futuro, e são eles que vão demonstrar a Scrooge, que ele tem está a desperdiçar a sua vida, mas ainda vai a tempo de mudar.
Este conto já fo adaptado várias vezes, a própria Disney produziu uma curta-metragem, com o título de Cântico de Natal em 1983, onde Mickey e seus amigos vivem esta história de Natal.
O actor Jim Carrey vai interpretar várias personagens no filme “A Christmas Carol”, o velho Scrooge e três fantasmas.
Aparecendo assim com visual totalmente diferente: cabelo grisalho, pele enrugada e nariz de “bruxa”!